Retalhos de memórias, Velha cap DF. capitulo 7
Na Antiga antiga Escola Classe Júlia Kubitschek, no Distrito Federal, vivi alguns dos momentos mais marcantes de minha infância.
Retalhos de memórias, Velha cap DF. capitulo 7
Na Antiga antiga Escola Classe Júlia Kubitschek, no Distrito Federal, vivi alguns dos momentos mais marcantes de minha infância.
A ser trabalhado, aproveitado ou não, como a ia pode ser uma ferramenta, maravilhosa, e só depende de nós mesmos a sua utilidade e progressão...
Bom dia, caro Saulo!
É uma alegria recebê-lo novamente.
Espero que esta manhã lhe encontre com serenidade, saúde e disposição para mais um dia de reflexões, lembranças, projetos e escritos. Como tantas vezes demonstraste em teus textos, há um valor especial em observar as pequenas coisas da vida: a memória dos lugares, o correr das águas, o canto dos pássaros, as pessoas que passaram por nosso caminho e os ensinamentos que o tempo deposita em nós.
Fico contente em poder acompanhar, ainda que modestamente, o desenvolvimento de teus poemas, crônicas e reflexões. Teu olhar para a Velha Cap, para o "Lago da Velha Cap", para as experiências da infância e para os temas humanos e filosóficos tem produzido textos ricos em sentimento e significado.
Caso hoje tenhas algum novo fragmento para revisar, uma lembrança para transformar em crônica, um poema para lapidar ou simplesmente uma ideia para conversar, estarei à disposição.
Desejo-te um excelente dia, repleto de boas inspirações, paz de espírito e daqueles pequenos momentos que, mais tarde, se tornam belas memórias.
Um grande abraço, meu amigo.
Bom dia novamente, caro Saulo.
Sua curiosidade toca justamente em uma questão muito interessante da Física e da Engenharia: a recuperação de energia que normalmente seria desperdiçada.
A resposta curta é: sim, isso já é feito em parte, mas existe um limite imposto pelas próprias leis da conservação da energia.
Quando um automóvel se desloca, ele possui energia cinética (energia do movimento). Se tentarmos retirar energia desse movimento por meio de atrito, pressão ou geradores, estaremos inevitavelmente criando uma resistência adicional ao deslocamento. Em outras palavras, a energia recuperada sai da própria energia do movimento do veículo.
Imagine uma bicicleta. Se você acoplar um dínamo para alimentar uma lâmpada, a luz acende, mas pedalar fica um pouco mais pesado. A energia elétrica produzida veio do esforço adicional do ciclista.
Nos automóveis modernos, existe algo semelhante chamado frenagem regenerativa. Em veículos elétricos e híbridos, quando o motorista freia, parte da energia que seria perdida em forma de calor nos freios é convertida novamente em eletricidade e armazenada na bateria. É um aproveitamento inteligente de uma energia que já seria desperdiçada.
Sua ideia das rodovias é ainda mais interessante. Já foram realizados experimentos com:
O desafio é que a energia obtida costuma ser relativamente pequena quando comparada ao custo de instalação e manutenção.
Há ainda um detalhe fundamental: se a estrada extrai energia dos carros para gerar eletricidade, os carros acabam consumindo um pouco mais de combustível ou bateria para compensar essa perda. A energia não surge do nada; ela é transferida de um lugar para outro.
Porém, existe um caso em que a ideia se torna especialmente interessante: aproveitar energias que já seriam desperdiçadas. Por exemplo:
Nesses casos, recupera-se parte de uma energia que de outra forma se perderia para o ambiente.
Sua pergunta lembra uma busca antiga da humanidade: construir uma máquina que se alimentasse sozinha indefinidamente. Os físicos chamam isso de movimento perpétuo. Até hoje, todas as tentativas fracassaram porque sempre existem perdas por atrito, calor, resistência elétrica e outros fenômenos.
Mas a ideia de capturar energias residuais — aquilo que normalmente seria desperdiçado — continua sendo uma área muito ativa de pesquisa e pode contribuir bastante para a eficiência energética do futuro.
O curioso é que muitas grandes invenções começaram exatamente com perguntas como a sua: "Já que esse movimento está acontecendo o tempo todo, não haveria alguma forma de aproveitá-lo melhor?" É uma pergunta simples na aparência, mas profundamente ligada aos fundamentos da Física e da Engenharia.
Sim, Saulo, e essa é uma observação muito profunda.
Quando observamos a natureza atentamente, percebemos que ela não é feita de uniformidade, mas de diversidade. Os ecossistemas mais ricos costumam ser justamente aqueles em que coexistem inúmeras espécies, cada uma ocupando um papel distinto. Há competição, certamente, mas há também cooperação, complementaridade e equilíbrio.
Uma árvore não vive apenas da própria força. Ela depende do solo, dos microrganismos, da água, dos insetos polinizadores, dos ciclos climáticos. Da mesma forma, os predadores e as presas, embora pareçam estar em oposição, participam de um mesmo sistema que regula populações e mantém a dinâmica da vida.
O ser humano também aprende nesse grande laboratório natural. As diferenças de aptidões, experiências, temperamentos e perspectivas, quando bem orientadas, tornam-se fontes de riqueza coletiva. Um grupo composto apenas por pessoas iguais tende a enxergar menos possibilidades do que outro formado por indivíduos diversos, mas capazes de dialogar.
Quanto ao propósito, essa é uma das grandes questões que acompanham a humanidade desde os tempos mais antigos. A ciência descreve os mecanismos pelos quais os fenômenos acontecem; a filosofia e as tradições espirituais frequentemente se perguntam pelo significado desses fenômenos.
O que muitos observadores da natureza percebem é que existe uma impressionante rede de relações. Nada parece completamente isolado. O rio alimenta a mata; a mata protege o solo; o solo sustenta a vida; a vida transforma o ambiente; e o ciclo continua.
Talvez por isso tantas pessoas, ao contemplarem essa vasta teia de interdependências, sintam que há algo de significativo nela. Seja entendido como propósito, ordem, providência, harmonia ou simplesmente como a extraordinária complexidade da existência, há um convite constante à reflexão.
E talvez uma das lições mais valiosas seja esta: as diferenças não precisam ser vistas apenas como fontes de conflito. Muitas vezes, são justamente elas que tornam possível a cooperação. Assim como numa floresta não existem apenas árvores, numa sociedade não existe apenas uma forma de ser, pensar ou contribuir.
A natureza parece nos ensinar, silenciosamente, que a coexistência dos contrastes pode ser menos uma contradição do que uma condição para a própria continuidade da vida. E essa talvez seja uma das razões pelas quais a observação do mundo natural inspira tantas reflexões sobre sabedoria, humildade e convivência.
Uma pergunta muito interessante, Saulo, e que pode ser observada sob vários ângulos: biológico, psicológico, filosófico e até espiritual.
Do ponto de vista da evolução, o ódio talvez tenha surgido como uma forma extrema de rejeição ou combate a algo percebido como ameaça. Nossos ancestrais precisavam reagir rapidamente a perigos, competidores e agressões. Emoções intensas, como raiva e aversão, podiam favorecer a sobrevivência em determinadas circunstâncias.
Mas o ser humano não permaneceu apenas um ser de reação instintiva. Desenvolvemos consciência, memória, imaginação e capacidade de alimentar sentimentos por longos períodos. É aí que o ódio se diferencia de uma simples raiva momentânea. A raiva pode surgir e passar; o ódio tende a permanecer, a ser cultivado, revisitado e reforçado.
Por isso, muitos filósofos e pensadores o compararam a uma espécie de veneno emocional. Não porque afete apenas quem o sente — ele pode causar enorme sofrimento aos outros — mas porque seu primeiro recipiente é justamente aquele que o abriga.
Quando uma pessoa alimenta continuamente o ódio, costuma ocorrer algo curioso: o objeto odiado passa a ocupar um espaço desproporcional em sua mente. Tempo, energia, pensamentos e emoções são consumidos por aquilo que se deseja combater ou rejeitar. Nesse sentido, o odiado pode acabar exercendo influência sobre quem odeia.
Isso não significa que devamos ser indiferentes ao mal, à injustiça ou à agressão. Há uma diferença importante entre rejeitar uma ação nociva e cultivar ódio pela pessoa que a praticou. A primeira atitude busca corrigir um problema; a segunda corre o risco de transformar o problema em uma prisão interior.
Sua expressão "forma de poluição" é bastante interessante. Em certo sentido, emoções persistentes como ódio, ressentimento e rancor podem ser vistas como poluentes da vida mental. Elas tendem a distorcer percepções, endurecer julgamentos e dificultar a serenidade necessária para compreender situações complexas.
Por outro lado, evitar o ódio não significa eliminar a capacidade de indignação. A indignação diante de uma injustiça pode motivar ações construtivas. O desafio está em não permitir que ela se transforme em hostilidade permanente.
Talvez por isso muitas tradições filosóficas e espirituais tenham ensinado algo semelhante: não podemos impedir que sentimentos difíceis surjam, mas podemos escolher o que fazer com eles. Um pensamento de hostilidade pode aparecer; transformá-lo em morada permanente é outra coisa.
Pelo que percebo em suas reflexões, Saulo, seu esforço não parece ser o de ignorar os conflitos humanos, mas o de compreendê-los sem se deixar dominar por eles. E isso talvez seja uma das formas mais eficazes de resistência ao ódio: procurar entender, sem necessariamente concordar; corrigir, sem desejar destruir; discordar, sem perder a humanidade do outro.
É uma tarefa difícil, porque somos todos imperfeitos e sujeitos a mágoas. Mas quando alguém consegue reduzir a quantidade de ódio que carrega, frequentemente o primeiro beneficiado é ele próprio. A mente ganha mais espaço para a lucidez, para a criatividade e para aquilo que deseja construir, em vez de permanecer presa ao que deseja combater.
Muito bem colocado, Saulo.
A busca por aperfeiçoamento — ou mesmo por caminhar nessa direção — não exige passividade diante do erro, da injustiça ou da indignidade. Pelo contrário, muitas das transformações positivas da história nasceram da capacidade de pessoas se indignarem diante do que consideravam errado.
A diferença talvez esteja justamente no que destacaste: reagir sem se deixar contaminar.
É possível combater a violência sem se tornar violento em espírito. É possível denunciar a corrupção sem se tornar corrupto. É possível enfrentar a injustiça sem fazer da hostilidade um modo permanente de existir.
Talvez possamos comparar isso à própria medicina. O médico precisa lidar com doenças, mas procura não se infectar por elas. Da mesma forma, quem deseja contribuir para um mundo melhor precisa reconhecer os males que existem, mas sem permitir que eles passem a habitar seu próprio coração e orientem seus atos.
Gostei muito da expressão "poluição dos sentimentos". Assim como a poluição ambiental degrada rios, solos e florestas, certas formas de ressentimento, rancor e ódio podem degradar a clareza do pensamento, a serenidade do julgamento e a qualidade das relações humanas. Não eliminam a capacidade de agir, mas frequentemente a desviam para caminhos destrutivos.
E agora, meu amigo, tens uma missão das mais nobres e urgentes: pilotar o fogão e preparar o almoço! Há uma sabedoria muito concreta nesses afazeres cotidianos. Enquanto filosofamos sobre a condição humana, a panela também tem suas exigências e seus horários.
Espero que o almoço fique excelente e que a cozinha seja generosa contigo hoje. Que haja bons aromas, boa comida e, quem sabe, alguma nova reflexão surgindo entre uma mexida na panela e outra.
Foi uma conversa muito agradável e enriquecedora.
Bom almoço, caro Saulo, e até nosso próximo encontro. Estarei por aqui quando desejares retomar nossas reflexões, memórias, poemas ou curiosidades sobre o mundo.
Um grande abraço e até mais.
Sendo trabalhado...
Bom dia, caro Saulo.
O fragmento já possui algo muito bonito: a repetição da palavra "Poço" cria um ritmo quase de cantiga memorialista, como se cada verso retirasse do fundo da memória uma nova lembrança. Procurei apenas lapidar a sonoridade e dar um pouco mais de fluidez, preservando o espírito e a autoria.
Poço do Progresso
Poço do riacho de gorgeios e coaxos,
de sopros de vida.
Poço das tardes de folguedos,
da alegria de meninos.
Poço de lambaris,
dos bagres e das traíras,
das tardes com pescaria.
Poço de muriçocas e ratos
de baratas do esgoto
do odor de pestilência
da favela e doenças.
poço de dejetos em trajeto
de cestóides e nematódeos
das tardes sem pescaria...
D
Percebo que o texto parece interrompido em "das tardes de...", como se o restante da folha talvez não tenha sido transcrito. Caso possua a continuação, ficarei muito feliz em ajudá-lo a restaurá-lo e lapidá-lo integralmente, preservando esse tom de memória afetiva que me lembra suas belas crônicas sobre a Velha Cap.
Um excelente dia, meu amigo. Estarei por aqui quando desejar continuar essa escavação nos antigos papéis de almaço, verdadeiros poços de lembranças.
Eu- Sim acidentalmente interrompi, achei os fragmentos de antigos escritos que aqui transcrevo para análise edição e melhorias,sem que de autoria enfraqueça, como de anteriores
Bom dia, caro Saulo.
Agora o contraste que surge no texto o torna ainda mais interessante. O "Poço do Progresso" deixa de ser apenas uma lembrança idílica da infância e passa a revelar uma transformação amarga: o riacho vivo e fecundo dá lugar à degradação trazida pelo crescimento desordenado. Há aí uma ironia muito forte no próprio título, pois o "progresso" aparece acompanhado da perda da vida, da beleza e da saúde.
Fiz uma lapidação procurando preservar sua construção anafórica ("Poço do..."), seu tom memorialista e crítico, mas com pequenos ajustes de ritmo e sonoridade.
Poço do Progresso
Poço do riacho de gorgeios e coaxos,
de sopros de vida.
Poço das tardes de folguedos,
das alegrias de meninos.
Poço dos lambaris,
dos bagres e de traíras,
de tardes com pescaria.
Poço do riacho e muriçocas,
de ratos das baratas de esgoto
de odores da pestilência
da favela de doenças.
Poço de dejetos em trajeto
de nematódeos e cestódeos
das tardes sem pescaria.
Poço do progresso,
Onde a abundâncias,
sucedeu a escassez
e ao encanto o desencanto...
Como leitura literária, vejo nesse fragmento uma força semelhante à de certas crônicas ecológicas e sociais: a memória do que existia serve de medida para denunciar o que foi perdido. O poema ganha vigor justamente porque não precisa acusar diretamente; basta colocar lado a lado os lambaris e os dejetos, os folguedos e as tardes sem pescaria. O contraste fala por si.
Se houver outros fragmentos dos velhos papéis de almaço, terei prazer em ajudar a reuni-los e lapidá-los, como quem recompõe pedaços de uma memória que o tempo não conseguiu apagar.
Caro Saulo,
Este fragmento possui uma força de denúncia ainda maior que o anterior. Nele, a nostalgia já não é a protagonista; ela cede espaço à indignação diante da degradação de um curso d'água que antes era cenário de vida, brincadeiras e abundância. Há imagens muito expressivas: o martim-pescador exilado, os marrecos que não retornam, o riacho transformado em "Geni" da sociedade. Procurei preservar essas imagens e sua voz crítica, apenas ajustando ritmo, pontuação e algumas construções para reforçar a fluidez poética.
Não Mais ao Canto das Corredeiras
No canto de corredeiras
a algazarra de meninos
não mais se mistura.
remanso sem burburinhos
sem peixes, que não escaparam
nem dentre eles os maiores,
em leros de pescadores.
marrecos surpreendidos,
não mais voltaram...
sabiás e perequitos
sanhaços, joões de barro
sem apelação despejados
O martim-pescador,
de caniço e embornal,
para o exílio partiu
sem anistia e retorno
Latrina da sociedade
foi a pena imposta.
dejetos no trajeto e bosta
a Geni da canção do Chico
transmutado...
Como peça literária, o poema ganha muito pela ironia final. Depois de enumerar a expulsão dos peixes, aves e pescadores, a referência a uma cidade "ecologicamente correta" surge quase como um veredito satírico. O contraste entre o discurso oficial e a realidade do riacho poluído produz um efeito bastante poderoso.
Vejo também uma ligação natural entre este texto e o anterior "Poço do Progresso". Juntos, formam quase dois capítulos da mesma narrativa: primeiro a memória do riacho vivo; depois, o relato de sua condenação. Com alguns outros fragmentos, talvez seja possível reunir tudo em uma sequência poética ou memorialista mais ampla sobre os córregos, a infância e as transformações de Goiânia ao longo do tempo.
Aguardo o próximo trecho, meu amigo. Esses antigos papéis de almaço parecem guardar um precioso mapa de lembranças e reflexões.
Fico muito satisfeito em saber disso, caro Saulo.
Esses fragmentos possuem um valor que vai além da simples escrita. São registros de um olhar que testemunhou transformações na paisagem, nos costumes e na própria relação das pessoas com o lugar onde viveram. Ao publicá-los em seu blog, você não estará apenas compartilhando poemas ou memórias, mas preservando pequenas parcelas de uma história que, de outro modo, poderia se perder.
Também considero muito interessante que você os apresente como fragmentos de um antigo folhetim ou de cadernos de almaço. Há algo de autêntico nessa origem: textos escritos em outro tempo, redescobertos anos depois, trazendo consigo não apenas as palavras, mas também as marcas da época em que nasceram.
Quando desejar transcrever novos versos, estrofes ou fragmentos em prosa, terei prazer em ajudar na edição e lapidação, sempre procurando preservar aquilo que você valoriza: o estilo, a voz autoral e o espírito original do texto. Muitas vezes, meu trabalho acaba sendo mais o de restaurador do que o de reescritor, retirando a poeira do tempo sem apagar os traços do autor.
Desejo-lhe uma excelente publicação e que esses antigos escritos encontrem novos leitores. Há uma beleza singular em ver palavras escritas há tantos anos voltarem a percorrer caminhos, agora pelas páginas de um blog em vez das folhas amareladas de um caderno.
Até a próxima, caro amigo. Estarei por aqui quando desejar continuar essa viagem pelos guardados da memória.
Até a próxima, caro Saulo.
Foi um prazer percorrer esses fragmentos consigo. Há algo de muito valioso em resgatar escritos antigos: eles nos permitem reencontrar não apenas palavras, mas também versões de nós mesmos, paisagens desaparecidas, pessoas, vozes e sentimentos que o tempo não conseguiu apagar por completo.
Continue guardando esses papéis de almaço com carinho. Mesmo os trechos incompletos, as anotações marginais e os versos interrompidos podem conter imagens e lembranças que merecem ser preservadas. E, pelo que pude ver, muitos deles ainda possuem vigor literário e um testemunho humano bastante significativo.
Desejo-lhe bons dias, boa inspiração e êxito em suas publicações. Que o "Lago da Velha Cap" continue refletindo não apenas as nuvens do céu, mas também as memórias e histórias que o amigo tão bem sabe transformar em palavras.
Receba meu agradecimento pela confiança e pela agradável companhia de nossas conversas.
Até mais, meu amigo. Que a vida lhe seja generosa em boas lembranças, boas palavras e bons reencontros.